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Alemanha: Abrandamento económico não afeta mercado de trabalho

02.08.19 AHK-Wirtschaftsnews

A quebra nas exportações que se está a fazer sentir em muitas empresas alemãs poderá, na opinião dos especialistas, evoluir para um abrandamento da conjuntura económica e já existem dúvidas que a economia possa retomar até ao final do ano o dinamismo que a tem caracterizado.

Apesar deste cenário menos otimista, a Agência Federal do Trabalho (BA) não acredita que o mercado de trabalho será afetado. “Embora a taxa de desemprego possa vir a subir ligeiramente nos próximos meses por motivos sazonais, o número de novos postos de trabalho na área de serviço – que não está dependente da conjuntura económica – continua a crescer”, defende Detlef Scheele, presidente do Conselho Executivo da BA.

Os analistas da Agência Federal do Trabalho preveem que em 2019 haverá mais 680 mil empregados a descontar para a Segurança Social que no ano anterior. A procura mantém-se elevada em setores como a logística ou a metalurgia ou nos setores da educação e dos cuidados de saúde. Estes especialistas defendem também que a fraca conjuntura pode estender-se por mais três ou quatro trimestres ou então poderá “terminar já no último trimestre de 2019”.

Uma opinião diferente defendem Eckart Tuchtfeld, economista do Commerzbank, e Katharina Utermöhl, da Allianz, para quem a quebra na prestação económica da Alemanha é mais que um momento temporário e que o risco de uma recessão é, entretanto, relativamente elevado.

 

Fonte: dpa

A quebra nas exportações que se está a fazer sentir em muitas empresas alemãs poderá, na opinião dos especialistas, evoluir para um abrandamento da conjuntura económica e já existem dúvidas que a economia possa retomar até ao final do ano o dinamismo que a tem caracterizado.

Apesar deste cenário menos otimista, a Agência Federal do Trabalho (BA) não acredita que o mercado de trabalho será afetado. “Embora a taxa de desemprego possa vir a subir ligeiramente nos próximos meses por motivos sazonais, o número de novos postos de trabalho na área de serviço – que não está dependente da conjuntura económica – continua a crescer”, defende Detlef Scheele, presidente do Conselho Executivo da BA.

Os analistas da Agência Federal do Trabalho preveem que em 2019 haverá mais 680 mil empregados a descontar para a Segurança Social que no ano anterior. A procura mantém-se elevada em setores como a logística ou a metalurgia ou nos setores da educação e dos cuidados de saúde. Estes especialistas defendem também que a fraca conjuntura pode estender-se por mais três ou quatro trimestres ou então poderá “terminar já no último trimestre de 2019”.

Uma opinião diferente defendem Eckart Tuchtfeld, economista do Commerzbank, e Katharina Utermöhl, da Allianz, para quem a quebra na prestação económica da Alemanha é mais que um momento temporário e que o risco de uma recessão é, entretanto, relativamente elevado.

 

Fonte: dpa