Em 2026, 87% das empresas afirmam que pretendem recrutar, enquanto apenas 67% dos profissionais qualificados consideram mudar de função, gerando o gap mais acentuado dos últimos 15 anos. Perante este cenário, as organizações necessitam de novas soluções e planos de ação claros, que permitam dar resposta a um mercado liderado pelo candidato.
O documento mostra que a flexibilidade se afirma como um modelo de trabalho cada vez mais valorizado e que a adoção da inteligência artificial nas organizações está a ser mais acelerada do que a respetiva capacitação das equipas.
O Guia aprofunda também vários temas estruturantes do mercado qualificado, tais como: evolução salarial e de benefícios, recusa de ofertas de emprego, escassez de competências, upskilling e reskilling, recrutamento internacional e opiniões sobre uma eventual reforma da lei laboral.
Inclui ainda uma análise das principais tendências de áreas estratégicas no mercado português, como Tecnologia, Indústria e Logística, Construção e Imobiliário, Life Sciences, Turismo e Lazer, Business Services Centers, entre outros.
Este Guia surge assim como o ponto de partida para uma discussão disruptiva e necessária no mercado de trabalho qualificado, num ano em que o talento é o principal fator estratégico para o sucesso das organizações.
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Fonte: Hays Portugal